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O Receituário do Racionalismo Cristão visto pela ciência médica atual

Glaci Ribeiro da Silva

[...] A finalidade do Racionalismo Cristão não é curar corpos nem doenças físicas, mas sim, esclarecer almas, preparar o ser humano para a luta pela vida, mostrando-lhe o caminho da Verdade.

As fórmulas que aqui são descritas, com suas devidas indicações, prescritas e revistas pelo médico João Baptista Cottas, destinam-se apenas àqueles lugares onde não há médicos, consultórios ou hospitais" [...] (do livro Prática do Racionalismo Cristão, 2a edição, 1960)

O ser humano sempre obteve da natureza o necessário para acalmar suas dores e curar seus males. O uso dos vegetais como remédio é, provavelmente, quase tão antigo quanto à existência do ser humano na Terra. Assim, por exemplo, a utilização terapêutica de extratos da folha do Gingko biloba pode ser rastreada por séculos na medicina tradicional chinesa.

A árvore do Gingko é nativa da Coréia, China e Japão, mas ela pode ser encontrada em parques e alamedas de quase todo o mundo. Fósseis de gingko foram datados de cerca de 250 milhões de anos, e Charles Darwin se referiu à árvore como um Fóssil Vivo.

Na Antiguidade não havia conflitos entre a medicina e o uso de plantas medicinais (também chamadas ervas). É bem conhecido o fato de Hipócrates – o pai da medicina – receitar ervas para seus pacientes. Mas, a partir do século 17, essa prática começou a ser considerada criminosa. Esse fato foi uma grande perda para a humanidade, pois durante séculos, muitos conhecimentos importantes ficaram enterrados no esquecimento.

O termo Fitoterapia (do grego, Phyton, vegetal e Therapeia, tratamento) foi criado para designar tradições populares de tratamento nas quais as plantas medicinais são usadas como medicamento.

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que cerca de 80% da população mundial faz uso de algum tipo de planta na busca de alívio para alguma sintomatologia dolorosa ou desagradável. Desse total, pelo menos 30% deu-se por indicação médica.

No entanto, como consequência do salto tecnológico ocorrido na Indústria Farmacêutica nas décadas de 50 e 60, o uso terapêutico de plantas medicinais foi ficando cada vez mais restrito à abordagem leiga.

A OMS define Planta Medicinal como aquela que possui em um ou em vários dos seus órgãos (folha, fruto, semente, raiz, etc) substâncias usadas com finalidade terapêutica; à essas substâncias é dado o nome de Princípio Ativo, pois, são elas as responsáveis pelo efeito terapêutico que a planta produz.

É considerada também uma planta medicinal aquela que contém substâncias que possam ser usadas como ponto de partida para síntese de produtos químicos e farmacêuticos. Nesse caso, o efeito terapêutico da planta somente estará presente no medicamento fabricado pela indústria farmacêutica a partir dela e, não na planta em si.

Vários medicamentos de uso rotineiro em clínica médica tiveram sua origem a partir de substâncias encontradas em plantas que foram extraídas e manipuladas pela indústria farmacêutica. São bons exemplos disso a Aspirina, a Atropina, a Digitalina, a Morfina, a Quinina e, até, certos quimioterápicos usados na luta contra o câncer como a Vinblastina e a Vincristina.

Nesses últimos anos, as plantas medicinais se tornaram um grande e lucrativo comércio. Pelas estimativas, pelo menos um terço dos americanos já experimentou remédios fitoterápicos, gastando no mínimo 3 bilhões de dólares por ano. E, em muitos países europeus, o uso de ervas é uma antiga tradição que vem sendo preservada.

Portanto, é essa a razão por que partes do nosso território como a Floresta Amazônica, a Mata Atlântica, o Cerrado, etc. virem sendo invadidos últimamente por coletores de plantas procedentes de vários países, principalmente daqueles que possuem as indústrias farmacêuticas mais poderosas.

Esses coletores infiltram-se na população local e aprendem com ela a identificar as plantas medicinais ali existentes. Desse modo têm sido levados para fora do Brasil, sob o olhar complacente das nossas autoridades, os inestimáveis tesouros que a flora possue. E, para completar essa rapinagem, as indústrias farmacêuticas internacionais têm patenteado várias plantas brasileiras garantindo, assim, a exclusividade do seu uso.

A maior dificuldade na Fitoterapia é a escassez de estudos sistemáticos sobre a eficácia das ervas. Para provar essa eficácia, duas linhas de pesquisa poderão ser usadas:

1. extração dos princípios ativos da erva

2. usar a erva como um todo

A extração dos princípios ativos de uma planta é um trabalho multidisciplinar muito dispendioso. Ela envolve vários cientistas tais como químicos, agrônomos, biólogos, farmacologistas, etc. A aparelhagem usada é também muito sofisticada. Devido a esses fatores limitantes, o isolamento de princípios ativos de plantas é feito quase que exclusivamente pelas grandes indústrias farmacêuticas.

Mas, usar a erva como um todo também apresenta problemas. O principal deles é a variação na intensidade do efeito desejado. Essa variação é um reflexo do teor do(s) princípio(s) ativo(s) presente(s) na planta. Vários estudos têm mostrado que essa variabilidade é enorme (de 0 a 100%). Ela ocorre devido a vários fatores, tais como, época do ano em que a planta foi colhida, tipo de solo, variações climáticas ocasionais, cuidados no armazenamento, etc.

Outro grande problema são as plantas tóxicas que, muitas vezes, são confundidas com as medicinais por pessoas inexperientes.

As ervas, quando comercializadas nas feiras livres ou em certos estabelecimentos, podem estar contaminadas com agrotóxicos e também por fungos e bactérias. Em um estudo realizado recentemente foram avaliados chás e cápsulas recolhidas em uma barraca de rua, em três farmácias de manipulação e num grande distribuidor localizado na cidade de São Paulo.

Esse estudo, feito entre agosto de 2000 e julho de 2001, avaliou 50 amostras de Sene, Boldo, Espinheira Santa, Cáscara Sagrada e Alcachofra, usadas para fins terapêuticos. As plantas vendidas por ambulantes, geralmente em condições precárias, registraram as maiores quantidades de microorganismos nocivos. Esses produtos são armazenados em sacos plásticos abertos, e ficam expostos todos os dias à poluição, ao calor e à umidade.

Muitas vezes, de nada adianta lavar e ferver as plantas, pois isso pode destruir os microorganismos mas não as toxinas que eles produzem. Essas geralmente ficam depositadas nas folhas e, freqüentemente, são termo-estáveis. Dependendo da freqüência da ingestão, essas toxinas podem causar desde simples transtornos gastrointestinais, alergia respiratória até danos mais sérios ao organismo como lesão hepática, por exemplo.

As amostras que receberam melhor avaliação nesse estudo foram as dos produtos esterilizados recolhidos na distribuidora onde as condições de armazenamento eram mais cuidadosas.

A saída mais rápida que o Brasil e outros países sem recursos financeiros encontraram para resolver problemas de saúde foi resgatar a medicina popular. Por essa razão e, contando com o apoio da OMS, o uso das plantas medicinais ressurgiu nos anos 80 com muita força e vigor.

Em 1982, foi implantado em nosso país pela Central de Medicamentos (CEME) um programa do Governo Federal que visava a pesquisar, nas plantas de uso popular, possíveis substâncias ativas que servissem para preparar remédios.

Como o Brasil dispõe de uma vasta área geográfica onde estas ervas são nativas, esse programa possibilitaria também baratear custos e preços.

Nessa ocasião foi formada na CEME uma Comissão Técnica que se encarregou de organizar esse Programa de Pesquisa. Inicialmente, essa Comissão distribuiu as primeiras 21 plantas em Grupos que eram formados de acordo com o uso popular que era feito delas. Por exemplo: havia um grupo de ervas analgésicas, antipiréticas, antiinflamatórias e antiespasmódicas. Um outro, com plantas sedativas, ansiolíticas e hipnóticas, etc., etc.

Para evitar erros de se dar o mesmo nome a plantas diferentes ou nomes diferentes a plantas iguais, o passo seguinte foi nominar corretamente essas ervas pela sua classificação botânica ou seja pelo seu nome em latim. Depois, elas seriam estudadas por diferentes pesquisadores que verificariam se tais plantas atuariam de fato nos males que a medicina popular apregoava, observariam seus efeitos colaterais, sua toxicidade para, só então, ser liberado o seu uso em dosagens e formas adequadas.

Medicamentos convencionais devem demonstrar que são seguros e eficientes antes de serem comercializados. Isso é feito através de testes, primeiro em animais de laboratório e posteriormente em seres humanos.

Até recentemente, a maior crítica feita aos fitoterápicos pela ciência oficial era o fato de eles serem usados sem que uma regulamentação adequada os controlassem. Mas, em fevereiro de 2000 foi dado um passo muito importante pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) regulamentando, através de uma Portaria, o registro obrigatório desses medicamentos no Brasil. A partir dessa data, comprar um medicamento fitoterápico no Brasil ficou muito mais seguro pois, na embalagem dos que são idôneos, deve constar sempre o número do seu registro na ANVISA e, também, a sua data de validade.

O principal objetivo deste artigo é analisar, à luz dos conhecimentos atuais, o chamado Receituário ou Formulário do Racionalismo Cristão. Ele é composto por Fórmulas Caseiras feitas à base de ervas que eram recomendadas pelo Astral Superior para o tratamento de várias patologias. A descrição detalhada dessas fórmulas pode ser encontrada em algumas edições antigas dos livros Prática do Racionalismo Cristão e Comunicações e Cartas Doutrinárias.

Esse Receituário foi usado durante muitos anos pelos discípulos da nossa Doutrina para aliviar seus males. No entanto, a partir da nona edição do livro Prática do Racionalismo Cristão, em 1981, esse Formulário foi substituído por informações genéricas intituladas "Plantas medicinais, suas propriedades e seus usos". Mas embora ele tenha sido abolido oficialmente dos livros da doutrina em 1981, essas fórmulas caseiras são ainda eventualmente usadas pelos chamados racionalistas de berço, ou seja, aqueles que, como nós, foram criados desde seu nascimento dentro da rotina racionalista.

No presente artigo, vamos mostrar o resultado da revisão que fizemos na literatura científica internacional sobre os trabalhos que têm sido publicados à respeito de algumas das ervas que são usadas nessas fórmulas.

As seguintes ervas foram focalizadas no presente artigo: Sabugueiro, Carrapicho, Altea, Guaco, e Gervão.

1- O Sabugueiro (Sambucus nigra) é usado em várias fórmulas desse Receituário, geralmente na forma de chá (ou infusão aquosa). A parte da planta utilizada são as flores. Esse chá era indicado nas afecções catarrais das vias respiratórias, nas gripes e resfriados quando acompanhados ou não de febre e também no sarampo. Ele é considerado um poderoso anti-gripal e anti-térmico.

Encontramos na literatura dois trabalhos recentes publicados por cientistas israelenses sobre um princípio ativo, extraído do sabugueiro, denominado Sambucol. O primeiro trabalho foi feito em 1995 por um grupo do Departamento de Virologia da Faculdade de Medicina de Jerusalém, em Israel. Nele, Zakay-Rones e colaboradores verificaram que o Sambucol quando adicionado a culturas de virus da gripe do tipo A e B era capaz de inibir seu crescimento. Baseados nisso, esses autores administraram o sambucol para uma comunidade que vivia em um "kibutz" onde havia uma epidemia de gripe do tipo B. Foi verificado, então, que os pacientes tratados com Sambucol sararam 2 a 3 dias após o início desse tratamento contra os 6 dias necessários para cura dos pacientes-controle (sem Sambucol).

O segundo trabalho (Barak e col., 2002) foi feito por um grupo de imunologistas. Nele, os autores mostraram que a cura da gripe induzida pelo Sambucol se deve a estimulação do sistema imunológico que essa substância produz. Isso acontece não somente nos pacientes gripados, mas em outros imunodeprimidos devido ao câncer, à AIDS ou na imunodepressão causada pelos quimioterápicos.

2- O Carrapicho (Acanthospermum hispidum) consta no Receituário sob a forma de chá e de cozimento (extrato aquoso); como chá, é indicado nas doenças das vias urinárias e nos cozimentos, onde ele se encontra misturado a outras ervas, sua indicação é muito ampla (diurético, auxiliar da digestão e calmante).

Várias pesquisas têm sido feitas com essa planta. Elas têm sido dirigidas basicamente para os efeitos antitérmicos, antimicrobianos e antimaláricos que ela possue.

O extrato alcoólico das folhas e flores do Carrapicho é um poderoso antibacteriano (Fleischer e col., 2003). Essa atividade não é encontrada nos extratos aquosos dessa planta.

O extrato crú do Carrapicho tem propriedades antifebris e antimaláricas (Carvalho e Kretti, 1991).

3- A raiz da Alteia (Althea officinallis) é usada, juntamente com outras ervas, na fórmula de vários cozimentos. A indicação do seu uso é também bastante variável.

De acordo com alguns autores (Nosal’Ova e col., 1992) os extratos da Alteia são antitussígenos (inibem a tosse).

Nos anos 60 foi isolado da Alteia um esteróide (Huriez e Fagez, 1968) que, em associação com a Dexametasona, tem sido usado experimentalmente no tratamento tópico da Psoríasis e de várias dermatoses. Muitas pesquisas têm sido feitas atualmente sobre esse esteróide. Elas são realizadas principalmente nas grandes indústrias farmacêuticas, razão pela qual os artigos científicos que encontramos trazem poucas informações.

4- O uso das folhas do Guaco (Mikania cordata; Mikania cordifolia) é recomendado na forma de chá nos resfriados e em várias patologias das vias respiratórias altas como rouquidão, amigdalites e bronquites. Ele também faz parte da composição de vários cozimentos.

O Guaco é uma planta que tem sido muito estudada pelos cientistas. Dele foram extraídos vários principios ativos que são possuidores de uma grande variedade de efeitos terapêuticos, tais como: antiinflamatórios (Peluso,1995), antimicrobianos (Davino, 1989), anticarcinogênicos (Bishayee e Chatterjee, 1994), protetores da mucosa gástrica (Bishayee e Chatterjee, 1994), etc.

5 - O chá do Gervão (Stachytarpheta cayennensis) é recomendado nas doenças do fígado e estômago. Ele faz parte também de vários cozimentos.

Do Gervão também foram extraídas numerosas substâncias químicas. Em animais de laboratório já foram demonstradas suas propriedades vermicidas e larvicidas (Robinson, 1990), antiinflamatórias (Shapoval, 1998), inibidoras de secreção gástrica (Vela, 1997) e antidiarrêicas (Almeida, 1995).

Na amostragem de plantas que analisamos nesse artigo, as indicações terapêuticas recomendadas no Receituário para uma dada planta nem sempre coincidem com aquelas demonstradas pelos cientistas.

Existem várias razões para essa variabilidade. Isso pode estar relacionado, por exemplo, com o grande número de princípios ativos que as plantas medicinais possuem. Esse número costuma ser maior do que 30 podendo, em alguns casos, chegar a mais de 200. Essas substâncias químicas somam suas ações, determinando o efeito da planta medicinal. Elas podem também se combinar de várias maneiras resultando disso ações específicas. É essa uma das razões de uma mesma planta possuir muitas ações terapêuticas. Não é, porém, a única. Outros motivos para essa variação de efeitos são a parte da planta que é utilizada e o modo que ela é preparada: infusão, extrato aquoso, extrato alcóolico, etc.

O estudo das plantas medicinais é uma linha de pesquisa que existe, praticamente, em todas as universidades brasileiras. A maioria delas possuem sites sobre esse assunto na Internet. Na Bibliografia deste artigo colocamos os endereços de alguns desses sites; neles poderão ser encontradas informações em português sobre outras plantas medicinais.

O corpo físico é uma máquina sofisticada que foi concebida pela Inteligência Universal para proporcionar ao maquinista – o espírito – a oportunidade de usá-la durante a sua trajetória evolutiva no planeta Terra. Quanto mais longa for uma encarnação maior oportunidade terá o espírito de aprender e evoluir. Portanto, é importante que tenhamos o máximo zelo com o nosso corpo físico evitando que ele adoeça e/ou cuidando bem dele quando isso acontece.

Todos os remédios têm efeitos colaterais adversos, mas, a existência deles é desconhecida pela maior parte dos pacientes que os usam. Além disso, a maior parte das informações que os médicos recebem sobre um medicamento vem da indústria farmacêutica que o comercializa. E ela, obviamente, está interessada em promover virtudes e esconder defeitos. Como resultado dessa ignorância, cerca de 40% dos pacientes que recebem uma receita sofrem efeitos colaterais leves, severos e até letais. Ou seja, esses pacientes desenvolvem uma Doença Iatrogênica (do grego Iatrós, remédio).

Doenças Iatrogênicas são aquelas que são produzidas por um remédio. E a principal causa da verdadeira epidemia mundial de doenças iatrogênicas que existe atualmente é a ganância das grandes empresas farmacêuticas. Elas fazem fortunas fabricando e vendendo remédios, com enormes margens de lucro.

Terapias alternativas, como é o caso da Fitoterapia, podem ser uma boa opção para escapar das garras inexcrupulosas dessas indústrias. Logicamente, o bom senso sempre deverá ser usado e, em casos mais graves, isso deve ser feito sempre sob a supervisão de um bom médico.

Agradecimentos

Para escrever esse artigo contei com o apoio de três companheiros da Doutrina: Dennis Resmini, Fernando Fidalgo e José Leoni. Ao Dennis e ao Sr. José agradeço a boa vontade e a presteza que responderam ao meu apelo me fornecendo cópias do Receituário do Racionalismo Cristão. Ao Fernando, quero agradecer pelo entusiasmo com que recebeu minha idéia e ao incentivo que me deu para executá-la.

Bibliografia consultada e/ou mencionada no texto

Almeida CE (1995). Analysis of anti-diarrheic effect of plants used in popular medicine. Revista Saúde Pública, 29: 428-433.

Bishayee A and Chatterjee M (1994). Protective effects of Mikania cordata root extract against physical and chemical factors-induced gastric erosions in experimental animals. Planta Medicine, 60: 110-113.

Barak V, Birkenfeld S, Halperin T and Kalickman I (2002). The effect of herbal remedies on the production of human inflammatory and anti-inflammatory cytokines. Israel Medical Association 4: 994-996.

Carvalho LH e Kretti AU (1991). Antimalarial chemotherapy with natural products and chemical defined molecules. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, 86: 181-184.

Coleman, Vernon. Medicina Faz Mal à Saúde. In: Revista Super Interessante, Fevereiro de 2004, p. 88-89.

Comunicações e Cartas Doutrinárias, 2a ed., Rio de Janeiro, Centro Redentor, p. 378-401, 1936.

Formulário. In: Prática do Racionalismo Cristão, 2a ed., Rio de Janeiro, Centro Redentor, p. 108-132, 1961.

Fleischer TC, Ameade EP, Sawer IK (2003) Antimicrobial activity os the leaves and flowering tops of Acanthospermum hispidum. Fitoterapia, 74: 130-132.

Huriez C and Fagez C (1968). On the association of althea and dexamethasone: dexalta oitment. Lille Medicine, 13: 121-123

Mckhann GM e Albert M Nutrição para o Cérebro. In: Cérebro Jovem, 2a edição, S.Paulo, Editora Campus, p. 26-41, 2003.

Nosal’Ova G, Strapkova A, Kardosova A, Kapec P, Zathurecky L and Bukovska E (1992). Antitussive action of extracts and polysaccharides of marsh mallow (Althea officinalis). Pharmazie, 47: 224-226.

Robinson RD (1990). Inactivation of strongyloides stercoralis filariform larvae in vitro by six Jamaican plant extracts and three commercial anthelmintics. West Indian Medical Journal, 39: 213-217.

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Vela SM (1997). Inhibition of gastric secretion by the aqueous extract and purified extracts of Stachytarpheta cayennesis. Planta Medicine, 63: 36-39.

Zakay-Rones Z, Varsano N, Zlotnik M, Manor O, Regev L, Schlesinger M and Muncuoglu M (1995). Inhition of several strains of influenza virus in vitro and reduction of symptoms by na elderberry extract (Sambucus nigra L.) during na outbreak of influenza B/Panama. Journal of Alternative Complement Medicine, 1: 361-369.

Sites na Internet

Universidade Federal da Bahia

http://www.faced.ufba.br/~dacn/planta.htm

Universidade de Campinas (UNICAMP)

http://www.cpqba.unicamp.br/plmed/sobre.htm

Universidade de S.Paulo (USP)

http://www.ciagri.usp.br/planmedi/planger.htm

Università Degli Studi di Padova

http://www.dfem.unipd.it/default.htm

Università Degli Studi di Padova (Biblioteca)

http://www.dfem.unipd.it/BibliotecaA.htm

Lista de várias plantas

http://www.dfem.unipd.it/Farmacognosia/CamomillaComune.html

Fitoterapia: Vademécum de Prescripcion

http://www.fitoterapia.net/vademecum/indexp.html

Plantas Medicinais do Ceará

http://umbuzeiro.cnip.org.br/db/medic/vernac.shtml

Centro Nordestino de Informações sobre Plantas - Banco de Dados de Plantas do Nordeste (BD/PN)

http://www.cnip.org.br/bdpn/index.php

On-line Bibliographycal Resources (Prof. Francisco José de Abreu)

http://gmr.landfood.unimelb.edu.au/Plantnames/Sorting/Bibliography_Electron.html

Biblioteca Chico Mendes

http://www.bchicomendes.com/bcm/bbfiq.htm

Porto Alegre, 5 de abril de 2004

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