Dominando nossas escolhas

Ely Ramos, Maria do Céu e Maria Mena

O domínio próprio assegura ao ser humano o controle íntimo, evitando atos impulsivos e atitudes impensadas que o possam levar a cometer desatinos, muitos dos quais irreparáveis, de que se vem a arrepender mais tarde, como acontece na maioria das vezes. RACIONALISMO CRISTÃO, 44ª ed., p. 46.

Observar e dominar as escolhas que iremos fazer são de fundamental importância para um viver produtivo tanto no campo físico, material como também no espiritual.

O acumular de experiências das vidas passadas, a utilização da inteligência racional, a forma de pensar. O conhecimento de si mesmo é a rampa para o sucesso no controle do seu eu . Mas o ser humano que tiver vontade, pode mudar paulatinamente, sem pressa, respeitando as regras da vida, porque as regras fazem parte para uma melhor sociabilização e facilita nas escolhas certas.

Antes de fazer qualquer escolha, questione-se: quais serão os benefícios ou as consequências desta escolha? Com certeza teremos a resposta que virá em forma de intuição que será de conforto ou desconforto; conforto, quando o resultado for positivo e desconforto quando for negativo.

Se seus sentimentos forem de conforto, se entregue a esta escolha e com toda certeza terá bons resultados; agora se for ao contrário, pare, analise as consequências que esta escolha pode ocasionar a você ou a outrem, e não a faça.

O tempo todo na vida fazemos escolhas. Escolhemos o que vestir, o que comer, que escolas colocar nossos filhos, onde iremos morar, o quanto podemos gastar, em que acreditar etc. Tudo fica mais fácil se soubermos dominar, administrar positivamente estas e outras escolhas que sempre precisaremos fazer.

Até mesmo em um livro ou texto do mesmo que tivermos a oportunidade de ler é possível retirar dele a melhor escolha.

Adaptarmos a melhor forma de se viver em nosso benefício e de nosso semelhante.

Quando algo nos acontece de bom ou de ruim, podemos também escolher nossas reações, dominando nossos sentimentos.

Se você for ofendido, traído ou mesmo magoado por um amigo a quem estima muito, poderá escolher receber toda esta energia negativa ficando magoado com esta pessoa e sofrer, ou simplesmente ignorar a ofensa elevando positivamente o pensamento a esta que com toda certeza teve seu momento infeliz em sua escolha em lhe magoar.

As escolhas contribuem em uma constante troca, podemos transferi-la sempre para melhor.

Se receber espinhos, prefira sentir o cheiro das rosas de onde eles vieram!

Atentar ao domínio dos instintos, ou seja, ao decidir que seja com a inteligência e não com a emoção e ao falar, que antes possamos pensar, refletir e evitar falar por falar sem pensar nas consequências que advêm da força que tem a palavra evitando assim de nos tornarmos em um ser sem caminho ascendente na evolução e candidato a reencarnar com a vida mais dificultada e também a ser um obsedado, não aproveitando as oportunidades desta vida que é maravilhosa a todos que sabem processar a melhor escolha. Por isso, depende sempre de cada um de nós querer ser um ser equilibrado e, como manual de ajuda, a Doutrina disponibiliza livros com diretivas para o entendimento de qualquer ser humano em que poderá aplicar na sua vida.

A luta pelo domínio de si mesmo é uma luta pessoal contra os seus próprios instintos, e sabendo isto só depende de cada um de nós decidir se quer ser um ser humano melhor e equilibrado.

Esclarecido o ser, saberá exercer predomínio sobre si mesmo, controle para viver como criatura humana sensata e cordata. Clássicos do Racionalismo Cristão, Luiz de Mattos, volume 1.

Abril 2011

 

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