A Doutrina racionalista cristã e o pitagorismo

Glaci Ribeiro da Silva

Ao repositório e manancial das doutrinas hipocráticas, acorrem estas revelações, quais silfos alígeros, portadoras da suma das doutrinas pitagóricas. (Dr Pinheiro Guedes, ao dedicar seu livro à Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Ciência Espírita, 8a ed., 1992).

A linguagem figurada e poética usada no texto acima pelo notável médico espiritualista – Pinheiros Guedes – mostra claramente a influência que o pitagorismo exercia sobre suas idéias.

Pinheiros Guedes foi médico da Corte e Senador da República. Em 1890, quando nossa primeira Constituição Republicana foi elaborada, foi ele quem na Assembléia Constituinte representou o estado do Mato Grosso. Possuidor de um caráter independente e convicções firmes, foi capaz de, em face de uma ciência materialista como a medicina, expor destemidamente e com muita clareza suas idéias espiritualistas e transcendentais nesse seu livro.

A grande importância que Pinheiro Guedes exerceu sobre a doutrina racionalista cristã é demonstrada através das transcrições de trechos dessa sua obra que são encontradas até mesmo no próprio livro básico da doutrina – Racionalismo Cristão. Esse fato é repetido também nos escritos do Mestre Luiz de Mattos – o codificador da doutrina.

Em um artigo recente falamos sobre Pitágoras, mas praticamente quase nada dissemos sobre sua doutrina filosófica – o Pitagorismo, um assunto vasto e muito interessante (ver "Música e seus segredos", em bibliografia).

Dá-se o nome de pitagorismo a um conjunto de doutrinas e regras de vida atribuídas a Pitágoras de Samos (séc. VI a.C.), filósofo e matemático grego, e a seus seguidores – os pitagóricos – que, dos séculos VI ao IV a.C., organizados em comunidades filosófico-religiosas multiplicadas pela Magna Grécia, constituíram a chamada escola Itálica ou escola Pitagórica.

O pitagorismo foi fundado sob a forma de uma sociedade científica secreta. Um segredo rigoroso era mantido por Pitágoras e seus alunos sobre suas descobertas e invenções. E a delação, por vezes, era punida com a morte.

E por que Pitágoras mantinha em segredo as suas descobertas, perguntaria o leitor? Por que fundou para seus alunos uma sociedade científica secreta? Por que conferiu aos resultados das pesquisas de sua escola o caráter de conhecimento proibido?

A explicação dada para isso é muito simples. Na época em que viveu Pitágoras, a supremacia dos cultos e sábios praticamente já não existia mais. A cidade de Samos era governada pelo tirano Polícrates. Ele era conhecedor das artes e tinha mentalidade aberta para as ciências. No entanto, os tiranos não são tolerantes e sua posição para com a ciência se baseia, em geral, na fórmula "É preciso ter cuidado, pois, saber é poder".

Além disso, transformações trazem consigo insegurança. O cidadão médio anseia pela manutenção do estado de coisas existentes. E toda a personalidade criativa que questione o conceito de vida tradicional com novos conhecimentos é, em certo sentido, um revolucionário. Ou seja, para a sociedade ele é um anarquista.

O exemplo de Sócrates (469-399 a.C.) mostra como eram pouco apreciadas tais personalidades na democracia ateniense. Ele é o fundador da filosofia crítica e da arte do diálogo (a dialética), e só admitia como fonte de conhecimento a razão. Os atenienses reconheciam Sócrates como um homem inteligente. Só que sua teoria crítica e sua dialética tinham conotação por demais negativa. E ele não se contentava em dissertar apenas para um restrito grupo de estudantes de filosofia.

Freqüentava assiduamente a praça do mercado de Atenas, envolvendo os transeuntes em palestras inquietantes. Mediante perguntas ardilosas e exaustivas discussões, ele queria provocar choques de pensamentos, e dessa forma transformar e educar seus concidadãos segundo as regras da lógica e da razão. Seu método era duvidar inicialmente de tudo, para depois provar ao seu interlocutor que ele não sabia nada. No dizer dos atenienses, Sócrates considerava todo mundo ignorante!!! E ninguém gostava disso.

Mas a juventude acadêmica seguiu o seu exemplo, adotou seu método, e repetia seus conceitos. Com isto Sócrates acabou se tornando um fator de perturbação no sistema tradicional de vida e um perigo para a jovem democracia. Os atenienses se lembraram de repente dos antigos deuses de sua religião oficial, nos quais, bem ou mal, acreditavam ainda. E acusaram Sócrates de blasfemar contra os deuses. Ele foi condenado à morte pela taça de veneno. Uma pena simbólica, pelo envenenamento dos jovens.

Pitágoras, pelo contrário, mostrou-se um bom psicólogo. Conhecia seus concidadãos, a super valorização com que viam a sua maneira lógica de pensar e a soberba que demostravam diante de tudo que era estranho. Barbarikos, conforme diziam, significando tanto, estrangeiro como, incompreensível.

Ele sabia igualmente que, conforme é usual nas democracias, os democratas no governo não precisavam de formação especializada para o ofício de governar. E sentiam certo constrangimento diante das ciências reagindo de modo bastante ambíguo ao resultado das pesquisas. É que se atinham principalmente à regra de que a pesquisa serve para fortalecer o poder precisando por isso ser vigiada ou até proibida.

Embora em matéria de conhecimentos Pitágoras levasse grande vantagem sobre seus concidadãos, na opinião dos democratas que governavam Atenas aquilo eram conhecimentos inúteis, oriundos de povos bárbaros. E por isso ele evitava divulgar em público seus conhecimentos, pois o grau de evolução dos seus contemporâneos era ainda muito pequeno para aprender tudo aquilo.

É interessante observar que incompreensões como estas persistem até hoje no mundo da ciência. E a velha regra do "Saber é Poder" continua sendo usada por ditadores que vigiam e perseguem cientistas que ousam ser diferentes.

Explicações claras e objetivas sobre pitagorismo não são fáceis de encontrar em livros de Filosofia e congêneres. Para escrever esse artigo, consultamos e procuramos adaptar trechos de vários livros cujos títulos se encontram listados na bibliografia. Para evitar eventual alteração no sentido dos trechos originais, procuramos, de um modo geral, manter íntegra as terminologias usadas.

Atribui-se a Pitágoras a invenção do termo "filosofia", uma palavra grega composta de duas outras: phylo e sophia. Phylo deriva de phylia que significa, "amizade ou amor fraterno". Sophia quer dizer "sabedoria"; dela deriva a palavra sophós, sábio.

Filosofia significa, portanto, "amizade pela sabedoria" ou "amor e respeito pelo saber". Filósofo: o que ama ser sábio, que é amigo do sábio ou tem amizade pelo saber, deseja ser sábio. Assim, filosofia indica a disposição interior de quem estima o saber, ou o estado de espírito da pessoa que deseja o conhecimento, o procura e o respeita.

Para Pitágoras a sabedoria plena e completa pertenceria aos deuses, mas os homens podem desejá-la ou amá-la tornando-se filósofos.

Para ele três tipos de pessoas compareciam aos Jogos Olímpicos – a festa pública mais importante da Grécia: as que iam para comerciar durante os jogos, ali estando apenas para satisfazer a própria cobiça, sem se interessar pelas disputas e pelos torneios; as que iam para competir e brilhar, isto é, os atletas e artistas, pois, durante os jogos, também havia competições artísticas de dança, poesia, música e teatro; e as que iam para assistir aos jogos e torneios, para avaliar o desempenho e julgar o valor dos que ali se apresentavam. Esse terceiro tipo de pessoa, dizia Pitágoras, é como o filósofo.

Com isso, Pitágoras queria dizer que o filósofo não é movido por interesses comerciais ou financeiros – não coloca o saber como propriedade sua, como uma coisa para ser comprada e vendida no mercado; também não é movido pelo desejo de competir – não é "atleta intelectual", não faz das idéias e dos conhecimentos uma habilidade para vencer competidores; e, sim, é movido pelo desejo de observar, contemplar, julgar e avaliar as coisas, as ações, as pessoas, os acontecimentos, a vida; em resumo, é movido pelo desejo de saber. A verdade não pertence a ninguém para ser comercializada, não é um prêmio conquistado por competição. Ela está diante de todos nós como algo a ser procurado e é encontrada por todos aqueles que a desejarem, que tiverem olhos para vê-la e coragem para buscá-la.

A Filosofia surgiu quando alguns pensadores gregos se deram conta de que a verdade do mundo e dos humanos não era algo secreto e misterioso, que precisasse ser revelado por divindades a alguns escolhidos, mas que, ao contrário, podia ser conhecida por todos por meio do raciocínio, um tipo de operação mental presente em todos os seres humanos. Esses pensadores descobriram também que a linguagem respeita as exigências do pensamento e que, por esse mesmo motivo, os conhecimentos verdadeiros podem ser transmitidos e ensinados a todos.

Pitágoras pertenceu ao período cosmológico da filosofia grega no qual o principal objetivo era estudar a Natureza. Admite-se que o nascimento da Ciência se deve a esses filósofos naturalistas gregos. Ele ocorreu portanto há cerca de 2.500 anos. Segundo os historiadores, a Ciência nasceu na mesma época em que, como conseqüência da evolução do consciente humano, houve o aparecimento da razão e da lógica. Ou seja, do lógos e do ratio. O primeiro termo deriva do grego. e o segundo, do latim. Ambos significam pensar com lógica; falar com clareza; ordenadamente e de modo a ser compreensível para todos.

O principal instrumento usado em ciência é o pensamento lógico, fundamentado no raciocínio. Para resolver um determinado problema, o cientista elabora inicialmente hipóteses (ou teorias). Essas hipóteses são verdades provisórias que devem ser provadas experimentalmente. Para isso, ele faz protocolos de pesquisa onde descreve detalhadamente os experimentos que serão realizados para esclarecer suas hipóteses. Para que a sua teoria seja aceita e tenha validade no mundo da ciência, é necessário que seus protocolos possam ser seguidos por outros cientistas da sua área e que idênticos resultados sejam obtidos. É esse o chamado "método experimental". Esse método é considerado a principal característica da ciência moderna.

Com o nascimento da Ciência e a introdução da razão e da lógica houve uma superação do pensamento mágico que, até então, vigorava na Grécia. Por ter sido o pioneiro nesse processo de mudança no modo de pensar, Pitágoras pode ser considerado como o verdadeiro fundador da Ciência. Ele foi, também, o primeiro cientista a usar o método experimental para provar suas idéias. Portanto, ele pode ser considerado também como o precursor da ciência moderna.

O Racionalismo Cristão não é uma religião. É, sim, uma doutrina filosófica de cunho espiritualista cuja principal característica é ser racional. Ou seja, nessa doutrina, da mesma forma que na ciência, são usados o raciocínio lógico e a razão. Logo, a doutrina racionalista cristã é uma ciência espiritualista.

Não é de se estranhar, portanto, que grande parte dos conceitos e da própria filosofia pitagórica tenha sido assimilada pelo Racionalismo Cristão. E isso foi feito certamente por Luiz de Mattos – o grande mestre espiritualista que codificou essa doutrina.

Mais do que falar simplesmente sobre o pitagorismo, nosso principal objetivo neste artigo foi fazer um paralelismo entre alguns conceitos pitagóricos e a doutrina racionalista cristã.

Praticamente durante toda a nossa vida profissional fomos uma artesã da ciência (ver detalhes em "Site pessoal", na bibliografia). O nosso dia a dia era trabalhar na bancada do laboratório. Isso justifica nosso entusiasmo ao detalhar aqui como Pitágoras chegou experimentalmente a suas conclusões.

A matemática foi elevada por Pitágoras à categoria de ciência. Suas conclusões e teoremas são válidos até hoje. Para exemplificar isso mostraremos a seguir como ele descobriu e formulou o teorema que recebeu seu nome, e que ainda hoje é estudado por todo aluno de matemática: "Em qualquer triângulo retângulo, o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos".

Quando esteve no Egito, ele aprendera com os sacerdotes a construir um ângulo reto – coisa essencial na construção de uma pirâmide. Para isso era usada uma corda de 12 metros com uma marca a 5 metros de uma das extremidades e outra a 9 metros. As duas extremidades da corda eram unidas e presas no solo por uma estaca. Esticava-se a corda e uma nova estaca era colocada na marca dos 5 metros. O resto da corda era novamente esticado e nova estaca era colocada na marca dos 9 metros. O resultado era um triângulo com um ângulo reto que possuía um lado de três metros, outro de quatro e cuja hipotenusa media cinco metros. Os sacerdotes não revelavam de onde lhes viera aquele conhecimento. Para eles, isso era simplesmente sabedoria tradicional.

Pitágoras, com o hábito de generalizar e de pesquisar o porquê das coisas e com seu modo lógico de pensar, se diferenciava dos seus mestres, ainda condicionados ao pensamento mágico. Por isso, não se contentou com a explicação recebida. Tal qual um verdadeiro cientista moderno ele queria saber por que aquilo acontecia. Percebeu, então, que o importante no que acabara de aprender com aqueles sacerdotes não era a seqüência numérica 3, 4 e 5; mas, sim, à proporção que existia entre esses números. Portanto, separou o número do objeto e generalizou a relação na proporcionalidade.

Ele ainda foi um passo adiante. Fato que aos olhos dos seus mestres constituía quase uma blasfêmia, pois, aquilo não estava previsto em seus acervos de conhecimentos mágicos. Pitágoras inverteu mentalmente o processo e, formulou assim, o seu famoso teorema.

A ele devemos igualmente a descoberta – sensacional para o seu tempo –, de que a altura do som musical dependia do comprimento da corda do instrumento. Esse fato o levou a pensar que os sons poderiam ser números audíveis. E, para comprovar experimentalmente essa sua hipótese, ele usou um monocórdio – um instrumento musical rudimentar que possui uma só corda. Esse detalhe por si só demonstra a genialidade de Pitágoras, pois, uma das características dos gênios é a singeleza de recursos que empregam para demonstrar suas idéias.

O grandioso nessa descoberta de Pitágoras é que ela permitia relacionar sensações (altura do som) com ocorrências que poderiam ser medidas com precisão e analisadas sob o aspecto físico (comprimento da corda do instrumento). Com isto – falando em termos modernos – estava achada a ponte entre uma vivência que só podia ser descrita qualitativamente (as de natureza espiritual, por exemplo) e uma grandeza física que podia ser determinada quantitativamente.

Analisando esses experimentos, Pitágoras descobriu ainda que os intervalos musicais da série harmônica 6, 8 e 12 correspondem à relação numérica do cubo. Pois o cubo tem seis faces, oito cantos e doze lados. Através desse raciocínio, ele chegou a uma nova descoberta: também os corpos naturais revelam em sua estrutura regularidade e números que, transformados em música, correspondem tanto a determinadas vibrações físicas quanto a certas impressões psíquicas tais como as intuições e as emoções.

Ensina a Doutrina racionalista cristã que tanto o pensamento como outros fenômenos psíquicos são transmitidos através de ondas vibratórias. O pensamento é vibração do espírito, manifestação da inteligência, poder espiritual. E, quanto mais evoluído é o espírito, maior força ele imprime ao seu pensamento. Os pensamentos fortes são claros, refletidos e bem definidos, diz o Racionalismo Cristão. Perguntaríamos então: O poder desse pensamento bem definido e claro não estaria relacionado com sua regularidade estrutural, ou seja, com sua estrutura numérica, como diriam os pitagóricos?

Segundo o pitagorismo, o mundo está ordenado de acordo com medidas e números. Ou seja, a ordem do Universo na sua existência e decurso corresponde à ordem das relações numéricas; pode ser lida nesta e, vice-versa. Mesmo que pessoas e coisas sejam transitórias, os padrões formados por números são permanentes, ou seja, são imutáveis. Poder-se-ia admitir assim que, as já clássicas afirmações feitas pela Doutrina racionalista cristã de que o Universo é regido por leis naturais e imutáveis encontram também perfeita consonância no pitagorismo.

Para Pitágoras, os sons são números audíveis. E um objeto cúbico mostra o número da harmonia, da ordem que pode ser vista. Como a música é o espírito em forma de som, o espírito também poderia se tornar visível na imagem. E que melhor exemplo poderíamos dar desse raciocínio de Pitágoras do que as formas geométricas pelas quais os espíritos do Astral Superior se mostram quando visualizados por médiuns videntes? Por outro lado, isso justificaria também a classificação de "seres matemáticos" dadas por Platão a esses espíritos, conforme já discutimos em nosso artigo "A música e seus segredos".

Para Pitágoras, a matemática era a representação espiritual da consciência cósmica. Sua regularidade devia conter necessariamente os padrões da Criação. Ele via os padrões numéricos como verdadeiras informações, num sentido tão moderno quanto o da atual cibernética (ciência que estuda as comunicações e o sistema de controle tanto nos organismos vivos como nas máquinas).

Naquela época, ele já se deparara e estudara o problema dos números irracionais. Esses números são ilógicos e suas raízes estão no infinito. Os conhecimentos básicos de Pitágoras foram usados 2.000 anos depois pelo célebre matemático Leibniz (1646-1716) para desenvolver o cálculo infinitesimal, sem o qual, nem a moderna cibernética, nem a tecnologia dos computadores e nem a conquista técnica do espaço cósmico teriam sido possíveis.

Dentro desse contexto, parece oportuno lembrar aqui a possível semelhança existente entre o corpo astral (ou perispírito) e um computador. Essa interessante e audaciosa hipótese foi feita pelo escritor racionalista cristão – José Maria Braga de Amorim, em seu livro Energia programada - A mecânica do perispírito. Segundo o autor, não estaria muito longe o tempo em que a ciência poderia dissecar esse corpo tênue – um tipo de computador fluídico – com a mesma minúcia com que disseca o corpo físico.

No Prefácio da sua quarta edição, esse livro recebeu uma análise primorosa e brilhante feita pelo Presidente Internacional do Racionalismo Cristão – Dr. Humberto Machado Rodrigues. Desse prefácio foi transcrito o trecho abaixo. Nele, o prefaciante ao discorrer sobre a ousadia, automaticamente definiu também a personalidade intrínseca dos grandes visionários, como foi o caso de Pitágoras. "Os grandes inventores e descobridores de teses novas e inéditas na História Universal tiveram sempre que usar um fator preponderante da personalidade forte: a Ousadia. [...] É a ousadia no bom sentido! [...] As figuras exponenciais da História da humanidade tornaram-se imortais porque sempre souberam ousar!"

Bibliografia

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Chauí, Marilena. Convite à Filosofia. S. Paulo, Editora Ática, 13a ed., 5a reimpressão, 2005.

Gleiser, Marcelo. Os pitagóricos. A Dança do Universo - dos Mitos de Criação ao Big-Bang. S.Paulo, Companhia das Letras, 2a ed., 15a reimpressão, 2006.

Guedes, Pinheiro A. Ciência Espírita. Rio de Janeiro, Editora Centro Redentor, 7a ed., 1992.

Mattos, Luiz de. Pela Verdade. A ação do espírito sobre a matéria. Rio de Janeiro, Editora Centro Redentor. 9a ed., 1983.

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Reale, Giovanni. O Pitagorismo. História da Filosofia Antiga. S.Paulo, Edições Loyola, 5a ed., p. 72-86, 2005.

Schuré, Édouard. Pitágoras. Os Grandes Iniciados. Traduzido inicialmente do francês sob o título Les Grands Initiés. S. Paulo, Madras Editora Ltda., p. 181-259, 2003.

Silva, Glaci Ribeiro da. Site pessoal. www.glaciribeirodasilva.med.br

Silva, Glaci Ribeiro da. A música e seus segredos. Gazeta do Racionalismo Cristão, Julho de 2006 www.gazeta.racionalismocristao.org

Souza, José Cavalcanti de. Pitágoras de Samos. Os Pensadores. Abril Cultural, 1a ed., p. 59-63, 1973.

Setembro de 2006

 

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