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Vida extraterrestre e suas conceituações divergentes

Glaci Ribeiro da Silva

[...] A alma não é deste mundo e sim de outros mais adiantados, onde não é preciso o corpo carnal para se viver e agir, já que em tais mundos se vive em partículas de luz, ligadas harmonicamente, uma as outras, formando um todo uno em vontades, desejos e pensamentos [...] (Luiz de Mattos, em seu livro Pela Verdade: a ação dos espíritos sobre a matéria).

Na própria definição de Vida existem divergências entre a ciência filosófica racionalista cristã e a ciência convencional, ou oficial, como dizia Luiz de Mattos, o fundador do Racionalismo Cristão; esse fato decorre das bases teóricas diametralmente opostas que essas duas ciências possuem sendo uma espiritualista e a outra materialista.

Não é de se estranhar portanto que em relação à Vida extraterrestre essas duas ciências possuam também conceituações diferentes.

Porém, o fato de nessas últimas décadas a ciência oficial ter admitido a existência de Vida fora do planeta Terra, já foi um passo gigantesco dado por ela, que até então havia sido dominada pelas idéias da Geração Espontânea ou Abiogênese (de abiose, ausência de vida), que há mais dois mil anos haviam sido propostas por Aristóteles. É a abiogênese a base de sustentação, o sustentáculo do Criacionismo, que ainda hoje é defendido com unhas-e-dentes por várias organizações religiosas.

Mas o dogma do criacionismo pode até sensibilizar a emoção de muitos mas não satisfaz aqueles que usam o raciocínio como ferramenta de trabalho, como é o caso dos cientistas; esses sempre foram questionadores pois os questionamentos são essenciais na construção do saber; eles são o arcabouço que contribuem para transformar meras hipóteses em teorias bem lastreadas.

Esse é o motivo principal da maioria dos cientistas atuais aceitar a Panspermia – teoria que defende ter a vida se originado de pequenas sementes espalhadas pelo Universo –, em detrimento da abiogênese. Maiores detalhes sobre o assunto podem ser encontrados no nosso artigo "Força e Matéria, Abiogênese e Panspermia" (ver Bibliografia).

E nós, que vivemos no século 21, estamos presenciando através de notícias divulgadas pela mídia essa mudança radical no modo de pensar dos cientistas; e dentro desse mesmo veio, dessa mesma base, assistir excelentes programas de ficção científica na televisão e no cinema; tipo "Jornadas nas Estrelas", por exemplo, um dos meus preferidos.

1. Vida extraterrena na visão da ciência oficial

Atualmente as teorias da ciência oficial sobre como a matéria não-viva, inanimada, se vivificou, transformou-se em matéria viva, estão enquadradas em duas categorias:

° Replicador primordial
° Metabolismo primordial.

A teoria do replicador primordial defende que uma grande molécula capaz de se replicar foi formada ao acaso; essa teoria é defendida pelos seguidores da abiogênese que acreditam ser o ácido ribonucléico (RNA) essa molécula replicadora. Já os defensores do metabolismo primordial – os panspermistas –, acreditam que pequenas moléculas formaram uma rede de reações que por estimulação de uma fonte energética foram evoluindo.

Os teóricos do replicador primordial tentam explicar a formação por mero acaso de uma molécula complicada como o RNA; e, os defensores do metabolismo primordial procuram demonstrar que redes de reações seriam capazes de crescer e evoluir quando a Terra ainda era jovem.

Essa é uma das batalhas científicas que está sendo travada nos dias atuais. Mas, enquanto ela vem acontecendo, outro grupo de pesquisadores foi direto ao ponto procurando investigar a existência de Vida em outros corpos do sistema solar.

Para esse grupo, dentre todos os planetas do sistema solar, é Marte aquele que tem além da Terra o maior potencial para abrigar vida; já extinta ou ainda existente. Essa possibilidade vem sendo discutida pelos astrônomos desde do século passado; porém isso era feito somente de uma maneira teórica pois raramente eles contavam com um respaldo significativo de dados experimentais.

Todavia, em 2003 essa situação mudou pois se descobriu que a atmosfera marciana continha Metano – um gás freqüentemente associado à presença de seres vivos.

Os astrônomos já sabiam desde 1944 que o metano existia também em Titã – a maior lua de Saturno. Mas o interesse por essa lua foi reativado com a descoberta recente que na atmosfera de Titã existia também nitrogênio, um constituinte-chave de moléculas biológicas como é o caso dos aminoácidos e dos ácidos nucléicos.

O papel de metano em Titã é fundamental pois o gás controla e mantém a atmosfera de nitrogênio. E tudo isso fez esquentar ainda mais esses debates; pois um objeto sideral cuja atmosfera contém nitrogênio e metano, que além disso possui no solo pressão atmosférica semelhante a da Terra, poderia ter ingredientes na medida certa para formar moléculas precursoras da vida. Alguns pesquisadores até especulam se a própria Vida não teria na realidade se formado em Titã.

O metano é o mais simples dos hidrocarbonetos; tem uma molécula pequena, é gasoso, incolor e representado pela fórmula química CH4. Grandes concentrações dele são encontradas também nos planetas gigantes – Júpiter, Saturno, Urânio e Netuno. A fonte desse gás nesses planetas é geológica pois resultou do processamento químico da matéria básica, primordial, que originou o sistema solar.

Já o metano existente na atmosfera da Terra tem principalmente origem biológica pois esse gás é um subproduto gerado por microorganismos metanogênicos; muitos desses microorganismos são habitantes fisiológicos do estômago de ruminantes comedores de capim, como a vaca e a cabra. Outras fontes biológicas importantes são pântanos, mangues e arrozais.

Fontes geológicas, como os vulcões, contribuem com menos de 0,2% da quantidade de metano existente na atmosfera da Terra; assim, é provável que os vulcões estejam simplesmente liberando o gás produzido no passado.

Por significar presença de Vida, a fonte biológica seria aparentemente a mais importante a ser estudada. Porém, sob um ponto de vista mais amplo e abrangente, visando compreender processos envolvidos na formação, evolução e habitabilidade de outros mundos siderais, é importante que seja feito um estudo igualmente sistemático tanto da fonte de metano geológica como da biológica. E isso tem sido no campo das Astrociências um verdadeiro desafio que vem sendo enfrentado por seus cientistas com tal entusiasmo que beira a fascinação.

Em Marte, o metano existe em quantidades pequenas mas significativas; já Titã, está literalmente mergulhado em metano. Para explicar a existência desse gás no planeta vermelho e em Titã, é igualmente plausível tanto a fonte biológica como a geológica.

A concentração de metano encontrado numa atmosfera depende da velocidade com que o gás é removido dela. Em altitudes iguais ou superiores a 60 km da superfície marciana, a radiação ultravioleta do Sol quebra as moléculas de metano; e, nas camadas inferiores, ele é oxidado. Isso dá um tempo de vida do metano em Marte de 300 a 600 anos. Na Terra, processos semelhantes conferem ao metano um tempo de vida de cerca de 10 anos; e, em Titã, o metano pode durar de 10 milhões a 100 milhões de anos.

Logo após o metano ter sido descoberto em Marte, foi verificado que sua concentração era variável tanto ao longo do tempo como em diferentes regiões do planeta. Essas variações deixaram os cientistas curiosos pois sendo o tempo de vida do metano em Marte bastante longo, o gás teria oportunidade de se distribuir uniformemente na atmosfera.

Existem duas hipóteses que procuram explicar essas concentrações variáveis: a do desaparecimento do gás em sorvedouros e a da existência de fontes produtoras do gás em determinados locais.

Um solo quimicamente reativo agiria como um sorvedouro pois poderia acelerar a perda de metano através de reações químicas. Porém, caso o solo marciano fosse um sorvedouro eficiente, seria necessário uma fonte de produção muito maior para manter as concentrações do gás observadas em Marte.

Por outro lado, nem os vulcões marcianos nem o impacto de cometas explicariam essa variabilidade de concentrações: os vulcões marcianos se extinguiram há centenas de milhões de anos e se o metano tivesse sido trazido por cometas haveria uma distribuição uniforme desse gás em Marte.

Diante desse cenário os pesquisadores reduziram todas as possibilidades a apenas duas:

° A primeira é que os marcianos, ou melhor, a bactéria que emite metano nesse planeta se assemelhe às que se encontram no estômago das vacas que pastam na Terra.

° A outra possibilidade é o metano resultar da reação provocada entre rochas e água; fato esse que já foi reproduzido e confirmado experimentalmente em laboratório. Na Terra, essas reações ocorrem naturalmente nas chamadas Chaminés Negras presentes no assoalho oceânico.

As chaminés negras são jatos de água quente, emanações hidrotérmicas, que foram descobertas em 1977 nas montanhas submarinas de Galápagos. Desde então, os oceanógrafos as vêm encontrando ao longo de outras cadeias de montanhas oceânicas.

Se as chaminés negras forem realmente fonte de metano em Marte, isso poderia implicar numa descoberta fantástica e desconcertante –; a existência no planeta vermelho de reservatórios subterrâneos de água líquida.

Como observações feitas pelo jipe Mars Express mostraram grandes concentrações de metano sobre áreas que contém água subterrânea na forma de gelo, espera-se que um novo jipe, programado para ser lançado em 2009, venha a esclarecer melhor essas dúvidas.

Além de Marte, Titã vem sendo também exaustivamente investigado. Sob alguns aspectos, a presença de metano em Titã é até mais instigante que em Marte, devido as enormes quantidades do gás detectadas em sua atmosfera –; cerca de 5% por volume!!!

Dados colhidos em 2005 pela sonda espacial Huygens sugerem que Titã deve possuir um oceano de água na forma líquida pois como contém amônia ela não se congelou. Portanto, em Titã assim como em Marte, uma fonte de metano plausível seriam reações geoquímicas que ocorreriam nesse vasto oceano escondido.

O metano em Titã parece representar o mesmo papel que a água tem na Terra; com reservatórios líquidos na superfície, formação de nuvens e chuva, ou seja, um ciclo de metano completamente desenvolvido. Portanto, é possível que o metano da atmosfera de Titã resulte da evaporação daquele que existe em sua superfície.

A hipótese de habitabilidade em Titã ainda carece de investigação. Alguns cientistas argumentam que essa lua de Saturno pode ter sido, ou ainda é, habitável. Ela recebe luz solar suficiente para transformar nitrogênio e metano em moléculas precursoras da Vida. Um mar subterrâneo de amônia e água, com um pouco de metano e outros hidrocarbonetos dissolvidos, poderia ser um ambiente favorável ao surgimento de moléculas complexas e até mesmo de microrganismos. E, num passado distante, quando o jovem Titã ainda estava esfriando, rios poderiam ter escoado pela sua superfície.

2. Vida extraterrena na visão da ciência racionalista cristã

O Racionalismo Cristão considera a Vida como uma manifestação da Força Criadora. Essa manifestação ocorre através de vibrações dessa Força que agindo sobre a Matéria a vivifica, lhe dá vida. Essa fundamentação teórica denomina-se "Força e Matéria" e foi idealizada por Luiz de Mattos; esse conceito vem sendo explanado desde 1914 no livro Racionalismo Cristão que atualmente já se encontra na 43a edição.

No texto que escolhemos como epígrafe (do grego epigraphé, citação que serve de tema a um assunto) deste artigo, Luiz de Mattos –; o codificador da Doutrina racionalista cristã –;, afirma que a morada da alma, do espírito, são os mundos superiores, muito mais adiantados do que a Terra; neles, os espíritos vivem em partículas de luz unidas entre si, ou seja, numa plêiade.

Embora por analogia se use no Racionalismo Cristão o termo plêiade (do grego pleiádos, do latim pleiades) que em astronomia indica um aglomerado de estrelas, é importante deixar bem claro que no caso de mundos espirituais a luz tem uma natureza completamente diferente.

A energia radiante emitida pelas estrelas que enxergamos como luz material tem origem nas reações atômicas que ocorrem nesses corpos celestes. E essa luz material não pode ser confundida com a Luz Astral que ilumina as regiões espirituais; essa é emitida pelo Grande Foco que preenche todo o espaço infinito.

Por isso o dia e a noite expressam apenas períodos da vida material uma vez que os espíritos enxergam através da luz astral que penetra e atravessa todos os corpos existentes no espaço sideral; logo, para eles as trevas noturnas não têm nenhum significado.

No espaço sideral somente existem nebulosas que são mundos ainda em organização e mundos que já estão organizados.

Os mundos organizados são de dois tipos diferentes:

° Mundos de Estágio Espiritual
° Mundos de Escolaridade.

Os Mundos de Estágio são as moradas de espíritos desencarnados; eles possuem as seguintes características: possuem auras que variam de acordo com a classe espiritual que cada um deles abriga podendo ser cinzentas, opacas, brancas, diáfanas ou de luz; cada um deles possui uma população homogênea, ou seja, é habitado por espíritos que possuem o mesmo grau de evolução formando assim um conjunto, um todo, com vontades, desejos e pensamentos unificados; é da Matéria fluídica destas atmosferas cósmicas que os espíritos lançam mão para organizar seu corpo astral.

De acordo com seu grau de desenvolvimento os espíritos fazem a sua evolução partindo dos seguintes mundos de estágio espiritual:

° mundos materializados: espíritos da 1a à 5a classe
° mundos opacos: espíritos da 6a à 11a classe
° mundos brancos: espíritos da 12a à 17a classe
° mundos diáfanos: espíritos da 18a à 25a classe
° mundos de luz puríssima: espíritos da 26a à 33a classe

Dos mundos descritos acima somente os Diáfanos e de Luz Puríssima é que se localizam no espaço cósmico denominado Astral Superior pois neles habitam espíritos acima da 17a classe evolutiva e que por isso não precisam mais reencarnar. No entanto, o processo evolutivo nesses mundos embora mais lento continua a ser feito; e esses espíritos podem atingir os mundos imediatamente superiores fazendo uso da evolação (do latim, evolare, elevar-se voando, ou, como que voando).

Para que os espíritos dos mundos Materializados, Opacos e Brancos possam migrar para mundos mais evoluídos, é necessário que eles encarnem num mundo onde a população de espíritos seja heterogênea pois isso propicia, dá melhores condições para que a evolução ocorra.

Mundos que possuem esse perfil são chamados Mundos de Escolaridade; e a Terra – o planeta onde estamos vivendo agora, é um deles; aqui coexistem espíritos encarnados das primeiras dezessete classes evolutivas; que, de acordo com seu grau de evolução, poderão atuar como mestres ou como aprendizes.

Esses mundos-escola são também laboratórios para a evolução de porções muito pequenas, de partículas, da Força Criadora ou Grande Foco de Luz astral; assim, no caso da Terra, somente depois de passar pelos reinos mineral, vegetal e animal é que essas partículas têm condições para ocupar um corpo humano; nessa sua nova fase ela recebe o nome de espírito; deixa então de pertencer ao mundo Terra e passa a ter uma morada própria – a plêiade espiritual correspondente ao grau de evolução que possui.

3. Discussão

Por ser uma ciência espiritualista a doutrina racionalista cristã defende a existência de Vida na ausência da matéria, do corpo físico; fato esse até hoje inadmissível pela ciência oficial como um todo.

Isoladamente, no entanto, muitos cientistas são reencarnacionistas e reconhecem que a vida do ser humano não teria sentido se não fosse a vida eterna do espírito que ao reencarnar estará dando continuidade a sua trajetória evolutiva.

Porém na procura que os atuais cientistas têm feito por vida extraterrena a idéia dominante ainda é materialista; isso fica bem evidente quando admitem que os marcianos possam ser bactérias que emitem metano mostrando que o objetivo deles é encontrar vida material; a única possível na opinião deles.

Por outro lado, a rede de reações formadas por pequenas moléculas que evoluem por estimulação de uma fonte energética defendida pelos panspermistas, lembra de certa forma as idéias que Pinheiro Guedes explana sobre a criação da matéria em seu livro Ciência Espírita. E o metano, sendo uma molécula pequena e simples, poderia muito bem desempenhar esse papel.

Tudo isso parece realmente mais lógico, mais palatável do que imaginar a formação do RNA – uma molécula grande e complexa, como sendo a molécula replicadora primordial existente na juventude da Terra; teoria essa defendida pelos seguidores da abiogênese, os mesmos cientistas (sem ciência...) que admitem, que aceitam o dogma absurdo e destituído de lógica da Vida tendo início com Adão e Eva.

É sabido que cada grande era tem a duração de dois mil anos; e, que no transcorrer de cada uma delas um acontecimento muito marcante sinaliza a nova era que se inicia.

Segundo Luiz de Souza em seu livro Ao encontro de uma nova era, o evento que sinalizou a nova era que estamos vivendo, foi a Cosmovisão (do alemão, Wel-tanschauung; em inglês, worldview; compreensão geral do Universo e da posição nele ocupada pelo homem) da doutrina racionalista cristã idealizada por Luiz de Mattos; pois ela libertou o homem dos dogmas religiosos, do temor dos mitos e o ensinou a reconhecer a si mesmo como Força e Matéria – os dois únicos elementos que compõem o Universo. Esse conceito foi difundido em 1914, na 1a edição do livro Racionalismo Cristão.

Essa onda espiritualizadora vem ganhando cada vez mais força, fazendo com que muitos chamem a época atual de "Era espiritualista". Nela, o império da ciência materialista que durante os últimos quatrocentos anos no ocidente impregnou sistemas educacionais, instituições sociais e políticas e a própria ciência médica, tem sido contestado até mesmo pelos próprios cientistas. Esse assunto foi analisado recentemente, em um dos capítulos do volume 2 do nosso livro Racionalismo Cristão e Ciência Experimental (ver "A ciência médica diante da nova era espiritualista", em bibliografia).

Como o princípio fundamental da vida no Universo é a Evolução e dela ninguém escapa, mais dia menos dia a ciência oficial como um todo também despertará; e seus cientistas terão diante de si um novo horizonte bem mais amplo e interessante para suas pesquisas.

Bibliografia

Formisano, Vittorio, Sushil Atreya, Thérèse Encrenaz, Nikolai Ignatiev and Marco Giuranna. Detection of methane in the atmosphere of Mars. Science, vol. 306; p. 1758-1761, 2004.

Guedes, Antônio Pinheiro. Criação da Matéria Orgânica. In: Ciência Espírita. Rio de Janeiro: Editora Centro Redentor, 8a ed.; p. 81-94, 1992.

Mattos, Luiz de. Para se Compreender a Verdade. In: Pela Verdade: a ação do espírito sobre a matéria. Rio de Janeiro: Editora Centro Redentor, 9a ed., p. 221-226, 1983.

RACIONALISMO CRISTÃO. 42a ed., Rio de Janeiro: Editora Centro Redentor, 2003. A evolução: p. 161-169.

Silva, Glaci Ribeiro da. Força e Matéria, Abiogênese e Panspermia. In: Gazeta do Racionalismo Cristão, Maio de 2006 http://racionalismocristao.org/gazeta/diversos/abiogenese-e-panspermia.html

Silva, Glaci Ribeiro da. A Ciência Médica diante da Nova Era Espiritualista. In: Racionalismo Cristão e Ciência Experimental, Rio de Janeiro, Editora Centro Redentor, volume 2, p. 51-59, 2007.

Souza, Luiz de. Ao Encontro de uma Nova Era. In: Ao Encontro de uma Nova Era, Rio de Janeiro, Editora Centro Redentor; 4a ed., p. 17-25, 1977.

Vida Fora da Matéria. O Espaço. Rio de Janeiro: Editora Centro Redentor, 22a ed., p. 19-26, 2006.

Warmflesh, David and Benjamin Weiss. Caminhos para a origem da Vida. Scientific American Brasil, História; número 7, p. 34-43, 2007.

Novembro de 2007

 

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